sábado, 22 de setembro de 2012

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Apesar de super avançados, os computadores ainda sofrem com um pequeno probleminha: eles não conseguem demonstrar com muita eficiência que tipo de problema os aflige. Assim, quando se trata de algo relacionado ao hardware, a situação fica ainda mais apertada. Por isso, algumas empresas resolveram investir na criação de placas de diagnósticos, facilitando bastante este processo.
Existem vários tipos de placas de diagnósticos, mas as mais comuns exigem que estas sejam instaladas diretamente em uma das portas PCI da placa mãe. Assim, a partir do momento em que o computador é ligado, elas passam a monitorar todo o sistema, registrando tudo o que acontece com o computador não só durante o seu processo de boot, que é quando ele liga, mas também durante o seu uso. As placas de diagnósticos estão divididas em dois modelos distintos, cada um com suas vantagens e desvantagens: as passivas e as ativas.
placa1Placas passivas (Foto: Reprodução)
Reconhecendo problemas com as placas passivas

O primeiro modelo tende a ser mais simples e barato, e, por conta disso, mais limitado. Na verdade, o que este tipo de placa faz é simplesmente analisar os códigos de erro oferecidos pela Bios do computador durante seu período de POST. É nesta hora que a Bios verifica cada componente instalado na máquina e, caso algo de errado aconteça, um código de erro é retornado. É aí que entra a placa de diagnósticos.
O que ela faz é mostrar ao usuário exatamente quais foram os momentos em que ocorreram erros, e seus respectivos códigos. Com isso em mãos, é possível consultar o manual da própria placa mãe, ou, por meio de uma sessão, dados técnicos no site do fabricante, o que significa cada um daqueles erros. Desta maneira, o técnico, ou até mesmo qualquer usuário mais experiente, consegue identificar rapidamente que tipo de componente está apresentando mais problemas no computador. Mas nem sempre isso é o suficiente.

Placas ativas oferecem eficiência total

E quando o problema está na própria Bios? Algumas vezes, a própria placa mãe deixa de registrar determinados problemas, principalmente quando eles ocorrem nela mesma, e não em um periférico instalado no computador. É aí que entram as placas de diagnóstico ativas. Diferente das passivas, elas não se limitam a simplesmente mostrar ao usuário os erros detectados pela Bios. Por si só, elas executam testes que auxiliam de forma ainda mais precisa a identificação de determinados problemas.
Algumas permitem até mesmo que você pré-configure a Bios do computador, o que pode ser considerado uma ação bastante complexa. Em alguns casos, é possível até mesmo restaurar Bios que foram danificadas durante processos de atualização, bem como testar placas que estejam sem Bios. A eficiência oferecida por este tipo de equipamento não tem preço para quem trabalha com manutenção de muitos computadores, mas e para o usuário comum?
placa2Placa ativas (Foto: Reprodução)
E quanto vale toda essa eficiência?
A boa notícia é que mesmo as placas de diagnóstico mais avançadas podem ser adquiridas investindo menos do que se imagina. Alguns modelos mais avançados chegam a custar menos de R$ 200, um valor irrisório frente aos benefícios oferecidos por este tipo de equipamento. Porém, seu uso ainda pode ser bastante complicado, e talvez até arriscado, para o usuário final, já que há a necessidade de abrir o computador e manipular seu interior. Neste caso, tentar identificar os problemas do seu computador utilizando um software de diagnóstico pode ser uma boa – e segura – saída.

SpeedFan
Grande parte dos problemas de travamentos e reinicializações aleatórias ocorrem por conta de drivers incompatíveis com o sistema, superaquecimento dos componentes internos ou alimentação elétrica insuficiente oferecida pela fonte de alimentação do micro. Nestes casos, o uso de um bom software de diagnóstico pode resolver o seu problema. A seguir mostraremos três dos mais eficientes e completos, e o melhor: de graça!

Temperatura, velocidade das ventoinhas internas e voltagem. Esta é a especialidade do SpeedFan. Geralmente, grande parte dos problemas relacionados a travamentos e reinícios repentinos está relacionado à alta temperatura dos componentes internos, e este programa é, sem dúvida, uma das melhores ferramentas para monitorar isso.
Além de informações básicas sobre o sistema, divididas em categorias bastante específicas, um dos diferenciais do programa é permitir que você possa controlar a velocidade das ventoinhas internas. Desta maneira, é possível até mesmo reduzir o consumo de energia e, principalmente, o barulho causado pelos coolers do computador, especialmente o do processador.
3Veja a velocidade do seu fan (Reprodução)
BatteryCare

Esta dica é indicada para os donos de Notebooks. Quem possui um, sabe que muitas vezes os problemas relacionados à bateria do aparelho podem ser bem irritantes. Você faz a carga completa e, de repente, seu notebook desliga, sem mais ou menos. Quer saber se o problema está realmente na bateria? O BatteryCare te dá essa mãozinha.
Além de monitorar o consumo de energia, ele permite que você faça uma contagem do número de recargas – ou seja, ciclos – já feitas no seu notebook. Assim, você fica sabendo quando a bateria precisa ou não ser substituída, evitando dores de cabeça. E para completar, o BatteryCare ainda faz o monitoramento da temperatura do seu notebook, outro fator de extrema importância para aparelhos deste tipo.
4Conheça as principais informações da sua bateria (Reprodução)
HWiNFO32

Por último, o HWiNFO32 é um dos mais populares softwares de diagnóstico disponíveis. Bastante usado por quem trabalha com manutenção de hardware, o software é definitivo para quem deseja ter total controle sobre aquilo que está acontecendo no seu computador.
Ele vasculha por completo o seu computador, listando todos os componentes instalados, drivers utilizados, detalhes sobre o sistema operacional, além de monitorar dados como temperatura, voltagem, velocidade de ventoinhas, e muito mais. Ele faz inclusive o cálculo de quanto calor seu cooler deve dissipar, baseado no espaço interno e potência do processador. Uma ferramenta que não pode faltar no arsenal de nenhum técnico!
5Informações completas de sua placa-mãe (Reprodução)
No fim, muitos problemas apresentados no nosso dia a dia podem ser identificados com um bom software de diagnóstico, mas caso seja algo relacionado ao hardware, o uso de uma boa placa de testes pode ser fundamental na hora de descobrir rapidamente o que está acontecendo no computador.
Não importa se você é um profissional do ramo preocupado com sua produtividade na manutenção de micros ou se você é apenas um usuário comum. Boas opções na hora de resolver os problemas no computador não faltam, e certamente você encontrará aquela que melhor atende suas necessidades.

radeon


O próximo ano deve marcar a chegada da nova geração de placas de vídeo da AMD. As futuras Radeon HD 8000, segunda geração da arquitetura GCN, terão novas GPUs Oland que, espera-se, rodem com clocks superiores a 1 GHz por padrão e sejam fabricadas no processo de 28 nm.
Em 2013, AMD apostará suas fichas na série 8000 de suas placas Radeon HD (Foto: ReproduçãoEm 2013, AMD apostará suas fichas na série 8000 de suas placas Radeon HD (Foto: Reprodução)
Caso reproduza a estratégia de lançamento da linha atual, a AMD deverá lançar em um primeiro momento apenas duas placas com o chip Oland embutido. Um deles, o Oland XT, deverá contar com recurso Turbo para rodar a 1,1 GHz sob alta demanda. Além disso, a placa contará com o recurso PowerTune ativado como padrão.
A primeira placa da série 8000 deverá ser a Radeon HD 8870, com GPU Oland XT embutida e calçada por um pacote de memória RAM GDDR5. Em termos de especificação de memória, estima-se clock de 6000 MHz.
Um ponto interessante na manutenção da manufatura em 28 nm está no amadurecimento do processo para a segunda geração. A expectativa é de que o fabricante tenha dominado o conhecimento técnico e afinado o processo a ponto de fabricar hardware de melhor performance geral: mais desempenho, menos aquecimento e maior eficiência energética.
Prova disso são os indicativos de que a futura Radeon HD 8870 terá TDP de 160 watts. Numa comparação, a Radeon HD 7970 de 210 watts.
Via Softpedia

nintebndo64


Ainda no início da era 3D, a Nintendo surpreendeu a todos ao anunciar seu console: oNintendo 64. Rapidamente o videogame se tornou uma verdadeira revolução na época e competiu diretamente com os videogames da geração 32 bits: Sony PlayStation e Sega Saturn.
Top 10 jogos do Nintendo 64 (Foto: Divulgação) (Foto: Top 10 jogos do Nintendo 64 (Foto: Divulgação))Nintendo 64 (Foto: Divulgação)
Mesmo não tendo sido um sucesso absoluto, o Nintendo 64 teve uma grande parcela de fãs e recebeu diversos jogos de peso, os quais se tornaram verdadeiros clássicos com a passar do tempo. Confira o nosso Top 10:
10 – Star Wars: Rogue Squadron
Uma parceria da Nintendo com a LucasArts garantiu uma série de jogos de Star Wars exclusivos para o Nintendo 64, como Star Wars: Episode 1 – Racer, entre outros. No entanto, foi a série Star Wars: Rogue Squadron que mostrou o potencial da franquia em jogos de batalhas espaciais.
10 - Star Wars: Rogue Squadron (Foto: Divulgação)Star Wars: Rogue Squadron (Foto: Divulgação)
Este foi também um dos primeiros jogos a utilizar o Expansion Pak do console, que permitia gráficos com o dobro da resolução tradicional. Com uma dificuldade bem balanceada, o título conquistou até os jogadores mais exigentes, tornando-se a base para outro sucesso da geração seguinte: Star Wars: Rogue Squadron 2: Rogue Leader.
9 – Conker’s Bad Fur Day
O Nintendo 64 enfrentou muitos problemas para despertar o interesse das produtoras, já que elas lucravam muito mais com o seu rival, o PlayStation. A Rare foi uma das poucas produtoras que ajudaram a popularizar o console lançando clássicos e mais clássicos.
9 - Conker's Bad Fur Day (Foto: Divulgação)Conker's Bad Fur Day (Foto: Divulgação)
Conker’s Bad Fur Day reflete bem a liberdade que a empresa estava tendo, sendo um dos jogos mais "desbocados" até hoje. O protagonista do game é um esquilo, que deveria estrelar um jogo colorido e meigo, mas acabou se tornando um fanfarrão que satirizou vários filmes da época e desafiou os bons costumes com seu monstro de fezes cantando ópera.
8 – Super Smash Bros.
Com seu grande foco no 3D o Nintendo 64 foi um console muito pobre em matéria de jogos de luta, perdendo séries como Street Fighter e Marvel Vs, da Capcom. Para remediar isso, a Nintendo trouxe todo o seu time de estrelas para um game de luta completamente 3D como nunca se viu antes.
8 - Super Smash Bros. (Foto: Divulgação)Super Smash Bros. (Foto: Divulgação)
Super Smash Bros. uniu ícones como Mario, Link, Samus, Pikachu, Donkey Kong, Fox, Captain Falcon, Kirby, entre outros, para se enfrentarem de uma maneira que nunca havia sido apresentada. Com uma premissa diferente, onde o objetivo era arremessar seu adversário para fora do cenário, Super Smash Bros. se estabeleceu como um dos mais originais jogos de luta dos últimos tempos.
7 – Star Fox 64
Ainda no Super Nintendo, Star Fox foi responsável por mostrar uma forma rudimentar de gráficos 3D nos consoles. A limitação técnica não atrapalhou a empreitada da raposa espacial em se tornar um título consagrado. Porém, foi no Nintendo 64 que Star Fox se estabeleceu como uma franquia de peso.
7 - Star Fox 64 (Foto: Divulgação)Star Fox 64 (Foto: Divulgação)
Também foi Star Fox 64 que estreou uma tecnologia que se tornaria padrão nos videogames, o Rumble Pak - acessório que fazia o controle vibrar nas suas mãos. Unindo o acessório, à ação frenética dos tiroteios espaciais e o universo repleto de segredos, o título deixou saudades entre os fãs do console.
6 – Banjo-Kazooie
O Nintendo 64 era terra de Super Mario 64, provavelmente o jogo de plataforma mais aclamado da era 3D. A Rare tinha como objetivo garantir seu espaço com Banjo-Kazooie, seu principal título do gênero. Onde muitos viram uma missão impossível, a produtora viu uma oportunidade, conseguindo habitar até hoje o imaginário dos fãs.
6 - Banjo-Kazooie (Foto: Divulgação)Banjo-Kazooie (Foto: Divulgação)
Apesar de não contar com a tradição do encanador da Nintendo, os personagens Banjo e Kazooie tentaram compensar tudo isso com carisma, humor e um jogo que bebia da fonte de Super Mario 64, mas o expandia em todos os sentidos. Apesar de muitos considerarem sua sequência superior, o original permanece mais acessível e divertido.
5 – Mario Kart 64
Outro elemento inovador do Nintendo 64 que se tornou padrão nos dias de hoje era: usar quatro controles ao mesmo tempo no mesmo console. De início essa adição poderia não parecer tão chocante assim, mas isso logo mudou quando a Nintendo apresentou Mario Kart 64.
Mario Kart 64 (Foto: Divulgação)Mario Kart 64 (Foto: Divulgação)
Vale lembrar que naquela época, Mario Kart ainda não era uma série, pois só existia um jogo, no Super Nintendo. Isso não impediu de Mario Kart 64 rapidamente se tornar o embaixador do multiplayer no Nintendo 64, sendo extremamente divertido até os dias de hoje.
4 – The Legend of Zelda: Majora’s Mask
Considerado como o irmão feio de The Legend of Zelda: Ocarina of Time, este capítulo da série ficou marcado por ser completamente diferente dos outros. Majora’s Mask despertou um interesse peculiar em alguns jogadores, enquanto afastou outros, sendo lembrado sempre de maneira controversa, ora genial, ora inacessível.
The Legend of Zelda: Majora's Mask (Foto: Divulgação)The Legend of Zelda: Majora's Mask (Foto: Divulgação)
The Legend of Zelda: Majora’s Mask, como diziam as propagandas japonesas, trazia o medo para o mundo de The Legend of Zelda. Com uma atmosfera sombria e uma lua de rosto assustador que cairia sobre o mundo em três dias, esta foi uma das aventuras mais tensas de Link, assim como um dos títulos mais marcantes do Nintendo 64.
3- Super Mario 64
Quando a Nintendo prometeu uma revolução com seus novos gráficos totalmente 3D, talvez as pessoas pensassem que tudo não passava de uma promessa vazia, não fosse o fato que Super Mario 64 liderava essa proposta. O salto das aventuras do bigodudo, do Super Nintendo para o Nintendo 64 foi um verdadeiro marco na história da empresa.
Jogue agora Super Mario Sunshine 64
Super Mario 64 trocava o esquema de fases 2D a serem terminadas por mundos em 3D a serem explorados. Apesar de muito diferente de suas origens, colocando Mario para resolver enigmas e conseguir estrelas, o jogo se consagrou como um dos maiores clássicos do console e estabeleceu uma base para muitos outros títulos semelhantes.

2 – Goldeneye 007
É quase impossível mostrar para uma nova geração o que Goldeneye 007 simbolizou na época em que foi lançado. O gênero de tiro em primeira pessoa não tinha muito espaço nos consoles. Além disso, jogos baseados em filmes não costumam dar muito certo até hoje. Mas para a surpresa de todos, a Rare transformou todos esses problemas em um jogo que se tornou um verdadeiro clássico.
Goldeneye 007 trazia uma campanha desafiadora e que mudava bastante a sua forma de ver o jogo de acordo com a dificuldade escolhida. Porém, seu verdadeiro brilho sempre esteve no formidável modo multiplayer que, mesmo funcionando apenas no mesmo console e em tela dividida, gerava horas de diversão.

1 – The Legend of Zelda: Ocarina of Time
Após um longo ciclo de desenvolvimento, a aventura de Link no Nintendo 64 se tornou uma tradução da palavra “épico” para os videogames. Nunca antes jogadores haviam explorado um mundo tão vasto e rico em três dimensões, e com uma trama tão envolvente.
Sem surpresas, The Legend of Zelda: Ocarina of Time é até hoje o melhor jogo do Nintendo 64, tornando-se, ironicamente, atemporal. A maior prova disso são as vendas do remake lançado para Nintendo 3DS, que encabeçam a lista dos mais vendidos desde que o portátil foi lançado.
 

actvision


Activision lançou esta semana um novo trailer com uma amostra do futuro modo de jogo com zumbis em Call of Duty: Black Ops 2. O vídeo foi revelado através da conta oficial da série no Twitter, juntamente com uma enigmática citação do personagem Edward Richtofen, cientista nazista nos games: “Poder, poder, poder, poder! Sempre foi a primeira prioridade!”
Zumbis no Black Ops original (Foto: Divulgação)Zumbis no Black Ops original (Foto: Divulgação)
Trayarch, desenvolvedora de Black Ops 2, já havia anunciado anteriormente que o modo de zumbis seria novamente integrado à série, graças ao novo motor usado no multiplayer. Ele permite o dobro de jogadores e monstros nas partidas. De acordo com uma recente informação vazada pelo site da Amazon, o jogo terá uma campanha derivada com mortos-vivos.
Abaixo você confere o vídeo, que mostra um cenário pós-apocalíptico no qual um ônibus é atacado por zumbis – aparentemente vindos de um hospital. Call of Duty: Black Ops 2 será lançado em 13 de novembro para PlayStation 3Xbox 360 e PCs, e será um dos jogos de lançamento do Wii U, que chega às lojas no Brasil no dia 18 de novembro dublado em português.